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A JUVENTUDE BRASILEIRA SEGUE MOBILIZADA EM MAIS UMA JORNADA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

FOTO: IMAGEM

A JUVENTUDE BRASILEIRA SEGUE MOBILIZADA EM MAIS UMA JORNADA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Privatização dos Institutos e Universidades Federais

Neste dia 13 de agosto, o povo brasileiro foi novamente às ruas, na 3ª edição em apenas 8 meses de governo Bolsonaro, do movimento conhecido como Tsunami da Educação. Segundo levantamento feito pela União Nacional dos Estudantes (UNE), cerca de 900 mil pessoas participaram de atos públicos em 204 municípios brasileiros. Em Erechim, a mobilização se deu em frente ao IFRS, num ato de caráter cultural, promovido por diversas organizações populares, com o protagonismo dos estudantes e trabalhadores e trabalhadoras da educação, que manifestaram sua indignação através da arte.

 

Um projeto de sucateamento da educação pública vem sendo implementado, com cortes orçamentários tanto na educação básica quanto na superior e, agora, com a apresentação do programa Future-se – ou Fature-se, como vem sendo chamado – que caminha rumo à privatização dos Institutos e Universidades Federais.

 

Em Erechim, as Instituições Federais de ensino promoverão, neste mês de agosto, debates sobre o programa Future-se. No IFRS, acontecerá o seminário “O Futuro do financiamento da educação”, no dia 27, às 19:00 horas, no auditório 1. Já na UFFS, será promovida uma plenária para tratar do programa, nesta quinta-feira, dia 22, às 19:30, no auditório do Bloco A.

 

A juventude, principal afetada, vem desempenhando um papel muito importante nas jornadas de luta em defesa da educação pública em todo o país, somando-se também ao conjunto da classe trabalhadora contra os retrocessos implementados pelo governo. Dentre eles, estão a Reforma da Previdência e a Medida Provisória Nº 881/2019, conhecida como minirreforma trabalhista, aprovada na Câmara dos Deputados neste dia 13/08. A MP institui o trabalho nos finais de semana e feriados, sem pagamento de horas extras, o que não aumentará os postos de trabalho, como justifica o governo, mas sim, intensificará a jornada dos já empregados. O relator do projeto, que agora segue para o Senado, é o deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), condenado no último dia 12, por improbidade administrativa, em ação movida pelo Ministério Público do RS.

 

FONTE: Comunicação – MAB/RS
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